domingo, 25 de maio de 2014

LÁGRIMAS

O DEUS, não seria mais simples, tornar simples o ADEUS...
Não sei estou para aqui a beber, na nostalgia, no SOFRIMENTO, SÓ por imaginar como seria estar na pele do ADEUS...
LEMBRO-ME DO MEU FALECIDO AVÔ, GERO, quando estava nervoso era de FILHO DESTA PARA CIMA, PARA EM SEGUIDA REZAR O TERÇO EM BUSCA DE HARMONIA...
Não sei bem o que fazer MEU IRMÃO FORÇA FORÇA é o melhor que consigo dizer chorando como uma criança perdida ...
A vida por vezes dá-nos com cada bassula ...

quinta-feira, 22 de maio de 2014

SEM HORAS





Nem sempre se chega ao ponto mais alto do que se procura
por essa mesma razão é melhor aproveitar todos os poros 
do nível que é confortável, e familiar, como se fosse o ultimo
como se fosse o mais bonito, como senão restasse tempo para 
nem por mais uma vez repetir a proeza, estar VIVO
é sempre o melhor VIAGRA ...

Pepedrópo

domingo, 18 de maio de 2014

A REBENTAR




A rebentar, se sente um ser, rodeado de merda, por vezes o cheiro é tão intenso que nem dá para disfarçar, MERDA é MERDA, em qualquer língua em qualquer país ...
Pior é sentir a sua presença não com o contacto das feses Humanas, mas, sim no convívio de indivíduos que são de tão elevada insignificância que só se podem rotular por MERDAS...
Estou farto, MERDAS por favor ide cagar vossa vaidade e inveja, longe, pois estou prestes a REBENTAR,  e quando isso acontecer a morgue será a vossa próxima morada ...
Agradeço que hibernem na vossa falta de importância ...
OBRIGADO.

Pepedrópo


sábado, 3 de maio de 2014

https://www.youtube.com/watch?v=0J_fjFEELnc

sexta-feira, 2 de maio de 2014

quinta-feira, 1 de maio de 2014

SAUDADES DO TEMPO ...

Saudades
Do tempo em que o cinema era bonito, pelo seu espaço físico, e principalmente pelos filmes que rodavam.
Lembro-me bem quando ia as sessões da tarde do São jorge ou Condes, ou ainda o Eden, ver filmes para homens sem barba, e nem sequer pensar em comer ou beber algo, ficava maravilhado com os edifícios, com as telas gigantes, e quando o filme acabava andava pelas ruas todo orgulhoso, eu vim do CINEMA.
Cresci e passei a ir as sessões da noite, sempre foi um investida solitária, talvez para não cair na tentação de falar com a companhia do lado, e já com barba rija continuava a ficar maravilhado com os espaço que recebia centenas de pessoas pelos filmes, e quando o filme terminava andava estilo crítico de cinema, sempre com a mesma frase, gosto disto, muito.
Também recordo com prazer, a fase mais acção da visita às películas, onde em cinemas já extintos hoje, Cine Galerias Alto da BARRA e Cine Palmeiras, os espectadores entravam no filme e saltavam a porrada com alguém que se punha a jeito, nessas ocasiões o filme passava a figurante e nós, pessoas que tinham bilhete, eramos os actores principais, rotativos, socos, e outros gestos eram o momento alto da noite ...
Mas com o tempo tudo mudou dos Estados Unidos da América, importamos um conceito de ida ao cinema que revolucionou as mentes, e matou o CINEMA, pipocas, cola, comidas e outras bebidas, são aliciadas as massas, que durante todo o espectáculo, fazem barulho a ruminar, cagando a sala, perdendo diálogos importantes, distraindo quem está ao lado tentando estar atento.
Desde que fui PAI ir ao cinema tornou-se raridade, por tudo e mais alguma coisa, agora das poucas vezes que vou é para ver filmes infantis, e tenho que aderir a saga pipocas/cola, os bons filmes que estreiam todos os meses vejo em casa, mas tenho saudades de sair do cinema e sentir aquela coisa estranha que é simplesmente : Sou mais feliz agora que vi este filme ...


Pepedrópo

terça-feira, 29 de abril de 2014

VASCO GRAÇA MOURA 1942 - 2014

Poeta, ensaísta e político social-democrata Vasco Graça Moura morreu na manhã deste domingo no Hospital da Luz em Lisboa, após uma longa e estóica luta contra o cancro, confirmou o PÚBLICO junto de fonte próxima da família. Tinha 72 anos.
Mesmo na sua fase terminal, a doença não o impediu de desempenhar, quase até aos últimos dia de vida, as suas funções de presidente do Centro Cultural de Belém (CCB), nem de continuar a escrever e publicar livros e de enviar as suas crónicas semanais para o Diário de Notícias.
O corpo de Vasco Graça Moura estará a partir das 19h de domingo na Basílica da Estrela, em Lisboa. Na segunda-feira, ficará todo o dia em câmara ardente, estando prevista uma homenagem pública às 21h, com música de Bach e fado. Na terça-feira, será rezada uma missa pelo padre Tolentino Mendonça, às 10h, seguindo o corpo para o Cemitério dos Olivais, onde será cremado. As cinzas irão depois para o Porto, onde nasceu.
Homenageado no final de Janeiro pelo Presidente da República com a Grã-Cruz da Ordem de Santiago da Espada, a culminar o colóquio que a Fundação Gulbenkian lhe dedicou, Vasco Graça Moura era uma figura de características únicas na cultura portuguesa actual.
Poeta e tradutor de grandes poetas, romancista, ensaísta, dramaturgo, cronista, antologiador, historiador honoris causa, advogado, político, gestor cultural – e podiam acrescentar-se várias outras actividades –, Graça Moura foi um improvável espírito renascentista encarnado neste presente um pouco caótico de mais para o seu assumido gosto pela ordem e pela disciplina. Mesmo que nos fiquemos pela sua obra literária em sentido lato, seria talvez preciso recuarmos a um Jorge de Sena para encontrarmos um antecessor convincente da diversidade, qualidade e intensidade do seu trabalho criativo e intelectual.
Autor de quase 30 livros de poemas, de Modo Mudando (1963) a O Caderno da Casa das Nuvens (2010), foi ainda um tradutor épico, que parecia ter particular prazer em impor-se desafios colossais, como o de verter em português a Divina Comédia e a Vita Nuova de Dante, ou as Rimas e Triunfosde Petrarca, ou os Testamentos de François Villon, ou ainda a integral dosSonetos de Shakespeare.
Escolhas que certamente coincidem com as suas paixões pessoais de leitor, mas às quais também não terá sido alheio um certo sentido de missão: Graça Moura empenhou-se, como tradutor, em enriquecer o património literário disponível em língua portuguesa, como se esforçou, enquanto responsável da Imprensa Nacional/Casa da Moeda (IN/CM), que dirigiu ao longo de toda a década de 1980, por combater o progressivo esquecimento dos grandes autores portugueses do passado. 
Traduzindo directamente do espanhol, do francês, do italiano, do inglês e do alemão, traduziu, além dos autores já referidos, extensas escolhas de poetas como Pierre Ronsard, Rainer Maria Rilke, Gottfried Benn, Walter Benjamin, Federico García Lorca, Jaime Sabines, H. M. Enzensberger ou Seamus Heaney, e ofereceu-nos ainda versões portuguesas de algumas das peças mais importantes dos três grandes dramaturgos franceses do século XVII: Corneille, Molière e Racine. 
Prémio Pessoa em 1995
É por estas duas dimensões, a de poeta e a de tradutor, que é mais reconhecido, e foram elas que lhe valeram as principais distinções atribuídas à sua obra, a começar pelo Prémio Pessoa, em 1995, e incluindo a criteriosa Coroa de Ouro do Festival de Struga, na Macedónia, que recebeu em 2004 – entre os vencedores das três edições anteriores contam-se dois prémios Nobel: Tomas Tranströmer e Seamus Heaney – e o Prémio Nacional de Tradução atribuído em 2007 pelo Ministério da Cultura italiano. 
Mas outras dimensões da obra de Graça Moura, como a ficção ou o ensaísmo, estão longe de ser negligenciáveis. Se títulos como Luís de Camões, Alguns Desafios (1980), Camões e a Divina Proporção (1985) ou Os Penhascos e a Serpente (1987) lhe dão um lugar de indiscutível relevo entre os camonistas contemporâneos, os seus ensaios abarcam temas tão variados como os Descobrimentos, a pintura portuguesa da Renascença, a construção da identidade cultural europeia, o fado, a pintura de José Rodrigues ou Graça Morais, a literatura de David Mourão-Ferreira ou Vitorino Nemésio, para citar apenas uma breve amostra. À qual não se pode deixar de somar o tópico do Acordo Ortográfico, que considerava um crime de lesa-língua, e ao qual dedicou, em 2008, o ensaio Acordo Ortográfico: a Perspectiva do Desastre. Tentar travar a sua aplicação tornou-se o grande combate cívico dos seus últimos anos.

BAZARUCA DOENTE



Parece mentira, mas mesmo com febre este miúdo continua a sorrir e com vontade de querer ganhar o dia, AMO-TE muito meu filho o pai vai estar sempre aqui por ti para ti SEMPRE ...
A PROTEGER ESTA FAMÍLIA