Eduardo Galeano
sábado, 10 de dezembro de 2016
Fidel Castro 1926 - 2016
Consta numa anedota Cubana, que os triunfos da revolução são :
Saúde, educação e desporto. Os fracassos : Pequeno almoço, almoço e jantar.
Morreu Fidel , e agora ?
Esta curta anedota, na minha mais humilde opinião, reflecte bem a realidade do país chamado Cuba.
Como ditador, que foi, jamais estarei de acordo com medidas que tomou para levar avante a sua revolução, mas ficará para história mundial, como individuo com os testículos no sitio, batendo-se até ao fim dos seus dias contra o imperialismo e falsas democracias da terra do tio sam ...
Fidel esteve no poder durante o mandato de dez presidentes dos Estados unidos da América, sobreviveu a 637 atentados, aguentou a sua revolução 25 anos após a queda da União Soviética, mas permanece a incógnita, o que acontecerá depois da morte do líder histórico ?
- Bem estaremos cá para relatar ... por agora alguns episódios que fazem de Comandante um individuo ímpar ...
Em jovem entusiasmava toda a gente, com as suas qualidades desportivas, destaque para o basquetebol, ou atletismo, nos estudos não era tão brilhante, mas com uma impressionante capacidade de memorização acima da média, que o permitia reproduzir por escrito textos inteiros que tinha lido.
Após ter chegado ao puder, transformou Cuba, de bordel americano, num país soberano com elevados níveis de desenvolvimento humano, um sistema de ensino público, gratuito e de qualidade, um sistema nacional de saúde universal, no qual, a investigação, no combate a várias doenças presta cartas a nível internacional.
Gabriel Garcia Márquez descreveu o bloqueio, dos U.S.A a Cuba, como uma tentativa de genocídio do povo cubano, ou como disse Eduardo Galeano, Cuba e a sua revolução, crescida no castigo, é o que conseguiu ser e não o quis ser ... Com mais de 80 anos não hesitava na autocrítica, declarando a um jornal mexicano " La Jornada " em 2010, sou o responsável pela perseguição a homossexuais que houve em Cuba, foram momentos de grande injustiça, fosse feita por quem fosse, e fomos nós que o fizemos, nós.
Estabeleceu a igualdade de direitos e a proibição da descriminação, em código penal cubano em 1997, em Portugal foi-o em 2007.
Para terminar cito, mais uma vez Eduardo Galeano :
Os inimigos de Fidel não dizem, que apesar de todos os pesares, das agressões de fora e das arbitrariedades de dentro, essa ilha sofrida, mas obstinadamente alegre gerou a sociedade latino americana menos injusta.
Foi um líder que não pode ter o luxo de relaxar, nunca, até ao fim, em 2010 durante um comício, ao descer do palco tropeçou e fracturou um braço e um joelho, quando se preparavam para o operar, o comandante explicou aos médicos que, dadas as circunstâncias actuais, era necessário evitar a anestesia geral para estar em condições de atender a numerosos assuntos importantes, durante a intervenção como no recobro, continuou a receber informações e dando instruções sobre como lidar com a situação.
Morreu um revolucionário, a sua história permanecerá, pois foi significativa para Cuba e para mundo, adeus comandante ...
Pepedrópo
sábado, 3 de dezembro de 2016
POR AGORA É TUDO ...
Numa altura em que tudo parece estar sobre o palco, dirigentes de bancos que se recusam a declarar contas, rendimentos, primeiro ministros eleitos para espanto do mundo, um misto de radical com palhaço, e todos incrédulos, votos mudos, na escuridão, dando força, acordando, todas as minorias racistas, saltam da toca, dizendo :
- Estamos vivos ... E estamos exponencialmente em crescimento.
o mundo está prestes a mudar de calmaria para agitação, todos os males serão direccionados para os estrangeiros, os emigrantes, os de diferentes raças ...
É bom preparar a conduta de luta, mental e física.
Esta luta será silenciosa, global, geral, uma guerra mundial, onde o homem lutará contra a natureza, um pouco como há séculos tem feito só que com duas diferenças, uma será a natureza a ditar as regras a dizimar, a outra será desenvolvida com a luta contra a sua própria natureza, a base da semente Humana, esta ultima já se iniciou, colocando o individuo num patamar de ilusão, deslumbramento e desorientação total ...
" Estaremos próximos do fim quando o Homem voar como as aves, mergulhar fundo como os peixes, iluminar tanto a noite como sol ilumina o dia, produzir tanto fumo como o nevoeiro mais denso e cerrado, desviar o mar para colocar estradas ... "
Todos estes feitos, ao primeiro olhar foram atingidos, mas na ilusão Humana, porque tudo está preso por arames, é frágil a segurança, pois é temida por muitos, amada por muitos mais, os produtores do terror, vendem notícias como rebuçados de encantos irrecusáveis, mentiras que o povo, ignorante, por vontade própria, recebe, come, e agradece sem saber e temer as consequências de não pensar por si próprio.
Fala-se da segurança para prevalecer o medo, ilumina-se a ganância para eleger a inveja, ignora-se a fome porque é vendida como doença rara e distante, não contagiosa, quando ao redor se expõe e se vende uma variedade gigante de animais esquartejados, congelados, clonados, transgénicos, criados em cativeiros, orgulhosamente exibidos pelos homens ...
E como estão perdidos os semelhantes, desconhecem o amor, invejando quando se cruzam com essa realidade, promovem modas, que o ponto alto é ser desorientado, procurando drogas, como escape, remédio, ingerindo remédios como drogas, viciando os dados, exterminando os seus jogadores, jogadores que agora só procuram postar, gostar, não gostar, amar, odiar, visualizar, mas acima de tudo partilhar a vontade de mostrar o que não são, querendo saber o que os outros escondem ...
Olho para o mar, ou para o céu, ou uma simples erva daninha e tenho certeza da minha insignificância, tenho pena, ou melhor é triste existir esta tendência para a grandeza, para a falsa certeza de ser superior, tudo poderia ser diferente ...
Pepedrópo
domingo, 20 de novembro de 2016
ARTE IMINENTE
A arte, tem como papel, expor os tempos em que vivemos, questionar, reivindicar.
Ao mesmo tempo integrar, puxar pelo pensamento, criar impacto e gerar uma oferta social
e cultural que no final promove os artistas, as cidades e o país.
O Que faço envolve sempre a cidade e tenta levantar questões ligadas à natureza
das sociedades urbanas contemporâneas.
É produzido com o objectivo de criar um diálogo entre várias partes ...
VHILS
em Trinta Dias " Oeiras "
sábado, 19 de novembro de 2016
PRO MEMÓRIA
Há livros que nos marcam para a vida. Falam de mundos muito diferentes daquele que vivemos mas, estranhamente, falam, sobretudo, de nós e daquilo que nos devora.
Falam até mais profundamente de nós do que outros que, aparentemente, nos estão, geográfica e linguisticamente, mais próximos.
Todos os bons livros são semelhantes, na medida em que são mais verdadeiros do que se tivessem realmente acontecido e, depois de os termos acabado de ler, sentimos que tudo aquilo nos aconteceu a nós e, mais tarde, tudo isso nos pertencerá. " Os grandes livros, por outras palavras, apropriaram-se, antecipadamente, de nós, para que possamos, ulteriormente, apropriarmo-nos nós deles.
Somos a substância deles e eles são a nossa substância. As grandes narrativas dão-nos tudo, mas dão-nos, acima de tudo, uma imensa felicidade ...
Eugénio Lisboa
em JL
OS FANTASMAS
Costumava adormecer a escutar os fantasmas sob a cama. prestava atenção àquele silêncio nervoso que o escuro trazia.
Os fantasmas eram modos de sujar a límpida existência de algumas crianças. Precisava de adormecer para me salvar da noite. Era urgente não demorar a pensar, a lembrar, a rezar, a escutar. Creio que aprendi a dormir imediatamente, como numa defesa que garantiria a idade adulta.
Hoje por sinal, durmo no segundo em que decido dormir. Poucas vezes me falha.
Por diferença com a infância, estes fantasmas não me aguardam apenas à noite ou no escuro, estão no mais estreito dos gestos, tempo nenhum me curará o medo de errar e de estar culpado nos erros que me impedem de ser feliz, há um momento em julgo que somos responsáveis pela nossa tristeza.
É como desistir devagar, tão devagar que não admitiríamos nunca estarmos a desistir.
Quero ser um homem de moral mas não um moralista, talvez a terrível morte fosse apenas uma oportunidade para a manifestação da última e mais insuportável beleza.
Ainda estou para descobrir.
Valter Hugo Mãe
em JL
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
OBRIGADO
Hoje li e partilhei nas redes sociais, Um bom livro não termina, se esconde dentro de nós, pois neste mesmo dia escondi mais uma grande obra dentro de mim, de um escritor que estou cada vez mais rendido à sua escrita, as suas magnificas histórias, palavras, colóquios, e pensamentos, Mia Couto, se escondeu dentro de mim, com este enorme romance sobre " vila Cacimba " os Homens as mulheres e tudo o que os rodeia, não só nesta terra, em todas, O amor ou falta dele, a saúde ou a sua falta, a partilha e gosto ou a inveja e a sede de vingança, a mentira, do diz que disse toma tamanhos muito reais, do que acontece quando ouvimos somente o que queremos, tirando partido da melhor perspectiva da elevação do nosso ser.
Adoro como Mia brinca com os velhos dizeres, ditados sábios, que ditos de outra forma no contexto do livro parecem ainda mais certeiros, todas as personagens são maiores que elas próprias representando uma infinita quantidade de seres semelhantes, desde " Sidónio rosa, Deolinda, os Sozinhos, Suacelência e sua Esposinha", todos polvos de muitos outros nomes ...
Citando :
- " A zanga é nossa jura de amor;
Tens medo de fazer amor comigo ?
- Tenho - Respondeu ele.
- Por ser preta ?
- Tu não és preta.
- Aqui, sou.
- Não, não é por seres preta que eu tenho medo.
- Tens medo que eu esteja doente ...
- Sei prevenir-me.
É porquê, então ?
- Tenho medo de não regressar. Não regressar de ti.
Flores brancas, são beijos-da-mulata, as flores do esquecimento, plantam-se junto aos cemitérios para que os mortos se esqueçam e que, em algum momento, foram viventes. "
Mia Couto
Obrigado, Venenos de DEUS remédios do Diabo já vive escondido comigo, assim como jesusalém.
Alberto Pimenta
Será que entendo bem ?
não terei ouvido mal ?
ou será que ouvi bem
e então entendi mal ?
Não será " da morte " ?
E a resposta não se faz esperar :
Isso é depois,
Primeiro é sempre o ouro.
Depois é que é o euro
e então a morte.
sábado, 12 de novembro de 2016
LEONARD COHEN 1934 - 2016
Mais uma voz única que se despede de nós, mas com a certeza absoluta a sua musica irá estar entre nós sempre, para sempre, boa viagem, por certo na tua nova morada já estarás a espalhar charme fazendo vénias tirando o chapéu, com o teu fato negro e a tua maneira própria, Waiting for a miracle ...
https://www.youtube.com/watch?v=m8X6WA02e8Q
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
E AGORA COMO DORMIR ?...
Olho para o céu agora escuro, como olhei quando o sol ainda brilhava, e os fantasmas do passado apareceram, sem pré aviso, como é habitual, estou ainda a pensar como irei digerir este prato, que por melhor que seja a cozinheira, é sempre servido frio.
Falo com Deus, e quase grito para proteger quem amo, pois de sofrimento e dor está o inferno cheio, gostava de ter o poder de com um gesto realizar um milagre, acabar com a fome acabar com a guerra e viver em amor, cresci a ouvir esta melodia, não tenho culpa de gostar tanto dela, a minha terra é linda como uma flor, Ouro negro.
Acredita meu irmão estou contigo de uma forma tão intensa que nem consigo dormir, morro uns minutos no sofá, quando o corpo é mais fraco que a mente, mas acordo em sobressalto, como se apenas fosse possível te proteger acordado, e estarei o tempo que for preciso acordado para o fazer.
Do meu coração saem milhares de boas vibrações espero em Deus que seja o suficiente para te ver feliz, em família, como devemos todos de estar UNIDOS jamais seremos vencidos, que a paz esteja convosco, ele está no meio de nós, em nome do pai do filho do espírito santo amem.
Desculpa as minhas lágrimas, não estou descrente de um futuro brilhante, tenho medo, como Jesus teve antes de ficar em paz, mas deste medo, farei a minha/ nossa força, e irá correr tudo bem tenho fé muita fé, sou incapaz de magoar alguém, mesmo quando me querem mal, espero sempre ser atacado para responder, por isso penso ter o direito de pedir, falar contigo assim, O meu Deus protege o meu irmão, poupa-o de mais sofrimento, eleva a sua existência com essa maravilha que é a dádiva da vida eu te peço eu te imploro, aguardo os teus desígnios paciente, crente, lutando por uma luz uma raio de felicidade.
Em silêncio oiço, oiço a tua voz, o meu desejo, estou como estarei sempre ao teu lado.
FORÇA FORÇA FORÇA FORÇA
domingo, 16 de outubro de 2016
BRAVO, COMO SEMPRE BRILHANTE.
Como já escrevi sete romances, o que gostaria era de ter um filho. Até digo mais, sabendo hoje o que sei, trocava os meus sete romances por um filho. Quem não tem romance e tem filho tem a obrigação de ser mais feliz que eu.
Não é efectivamente possível imaginar que um autor possa contentar-se com o que fez. Pode estar apaziguado com o livro, mas satisfeito não. Aí é um autor morto.
Talvez tenha que ver com a minha avidez pela poesia, um género que não se conforma com repetições ou parecenças, antes exige universos muito definidos, únicos e irrepetíveis.
É de tal maneira cruel que muitos dos bons autores são lembrados por um ou dois poemas. Ninguém quer saber da obra completa porque ele supera-se numa só linha, daí que essa escola me traga necessidade de superação. Não concebo escritores de livros de pura narração sem precisarem de emanações irregulares e insuperáveis.
As montanhas são tendencialmente selvagens, e lugares sem deturpação humana são lugares elevados, há uma sacralização da elevação como algo a que o homem não tem o direito porque é verdadeiramente território dos deuses, onde só o esplendor da liberdade da natureza se impõe.
- Recordo a praga que Saramago lhe lançou ao dizer que o seu livro era um " tsunami literário ", ou seja, a precisar de réplicas?
- É o melhor dos elogios, mas é também um pontapé no rabo porque impõe uma responsabilidade. Tenho uma fotografia muito bonita com o Saramago, onde estou de olhos fechados e ele tem o seu dedo esticado a tocar-me no peito, como se indicasse o coração. Lembro-me do que dizia quando nos fizeram essa fotografia : " nunca obedeças ao que te vão pedir e nunca sejas igual, segue sempre a tua pulsão. " ....
Valter Hugo Mãe
em Diário de Notícias
ARTE DE SER ARTE, PARA QUE SERVE ...
Continuamos a desconfiar daquilo que nos entretém e que, em última análise, nos dá prazer. A arte não tem, normalmente ( há sempre excepções na arte, que é muito avessa a definições ), um fio utilitário ou de entretenimento ou de lucro.
Isso não move o criador ( apesar de ter movido Cervantes que quis, com o Quixote, escrever um best-seller ).
Não quer dizer que uma obra de arte não tenha como consequência ou acidente as características que mencionei acima.
Havia quem desmaiasse a ouvir Sartre, mas isso jamais seria um motivo para contrariar a sua ideia de que fomos fadados para a liberdade. Kurt Vonnnegut disse, certa vez, que a missão plausível da arte seria fazer com que a vida fosse minimamente aceitável. Então, pediram-lhe exemplos de artistas que o tivessem feito. Ele respondeu : os Beatles.
Afonso Cruz
em JL
A VIZINHANÇA E O REI ...
À minha vizinha, eu sei, dá-lhe alegria da primavera porque vêm os filhos, a irmã, sei lá quem mais, do estrangeiro. Hão de voltar em breve para dar abraços e ter pena. E, para aprender a pena, já ouve Roberto carlos, essa quase insuportável tristeza que pertenceu a quase todas as infâncias e de que não nos livramos, por mais Brahms que entornemos orelhas adentro. É o tempo dos emigrantes chegando, como se fosse um tempo dos antigos de volta. O mesmo tempo outra vez. Para fazer de conta que não se perdeu nada, sobretudo, para fazer de conta que não se perdeu ninguém ....
Valter Hugo Mãe
em JL
sábado, 15 de outubro de 2016
MUITO BEM DITO ...
Primeiro, escolhemos a música. Porque nos faz mexer o corpo e sacudir a alma, porque fomos a um concerto que nos deixa de boca aberta, porque ser músico é ser fixe e ser fixe é muito importante em idades pueris ( e não só ), ou então porque sim, porque nos apetece.
Depois, passados os níveis de tortura inicial que implicam longas horas a martelar notas que grasnam em vez de soar, quando estamos a pensar que nunca iremos sair do pântano lamacento dos bem intencionados, mas mal- calhados, eis que um dia sentamo-nos, estendemos os dedos ou abrimos a boca, consoante o instrumento de eleição, e aquelas notas que até ai nos foram emprestadas saem como se tivessem sido inventadas por nós, naquele preciso segundo. E nós, músicos esforçados que suaram para ganhar a distinta honra de poder fazer da musica a sua forma de expressão, percebemos que, finalmente, aquilo para que trabalhámos aconteceu: A música escolheu-nos.
Há claro, os outros, os que saltam este pro forma e que não têm hipótese de escolha, porque já nasceram escolhidos. O dom veio-lhes de berço, como um título nobiliárquico.
E foi assim que nasceu Filipe Melo, em berço de tercinas ...
Ana Bacalhau
em JL
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
CAFÉ
Através de um artigo/bebida, simples
o Homem, conseguiu, exteriorizar toda
a sua loucura, e procura infinita de insatisfação e
insegurança ...
Curto, longo, pingado, com leite, com água fria, escaldado,
chávena fria ou quente, sem princípio, duplo, Italiana, " Siciliana ",
descafeinado, e carioca ;
Posso ter-me esquecido de algum,
mas tenho orgulho em
pedir simplesmente
um café ...
Com alegria e comédia, dizendo, e fazendo a minha cara
de " louco " :
- O que a máquina der por favor ...
E alguém sabe o porquê de se chamar Bica,
Porquê ?
Beba Isto com Açúcar.
Para quem gosta de agri e doce, ou mesmo
de vinagre, café ;
Um café por favor ! ...
pepedrópo
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
sábado, 17 de setembro de 2016
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
FAMÍLIA ...
MEU TESOURO MAIS VALIOSO
MINHA TAREFA MAIS INTERMINÁVEL
MANTER A SEGURANÇA BEM ESTAR
ALEGRIA VONTADE DE VIVER
A CHAMA ACESA ...
COMO DRAGÃO DESTE LAR
ESTAREI SEMPRE PRONTO,
SEJA QUAL FOR A BATALHA,
PARA A TRAVAR, A QUALQUER HORA
EM QUALQUER LUGAR
POR VOCÊS POR NÓS
CÁ ESTAREI PARA VOS PROTEGER ...
SEMPRE ...
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
terça-feira, 6 de setembro de 2016
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
segunda-feira, 25 de julho de 2016
quinta-feira, 14 de julho de 2016
Pablo Neruda
Morre lentamente
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente
quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente
quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco
e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos,
corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente
quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte
ou da chuva incessante.
Morre lentamente,
quem abandona um projecto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior
que o simples fato de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos
um estágio esplêndido de felicidade.
domingo, 10 de julho de 2016
terça-feira, 5 de julho de 2016
Foto de : Sérgio Godset Godinho
"Quando você perceber que, para produzir, precisa de obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais do que pelo trabalho e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você;
quando perceber que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em auto sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que a sua sociedade está condenada".
Ayn Rand
segunda-feira, 27 de junho de 2016
FÉ ...
foto de : Sérgio Godset Godinho
Quando em poucas horas és surpreendido com a mais reles revelação Humana, vinda por vários exemplares, da raça humana, ficas perdido entre, o desistir e a desolação de pensar que as pessoas
são de facto excelentes actores, profissionais, amadores na vida real, que passaram ao lado de uma carreira brilhante ...
O palco é o se dia a dia, como pode ser possível ?
É com tristeza que recebo certas revelações, mas tenho fé, e acredito sem receios que ao caminhar pela verdade, com justiça, com respeito, força, segurança, e firmeza irei sempre encontrar, o CAMINHO certo para estar protegido desta escória que tende a crescer exponencialmente, podem vir já estou a treinar e continuarei a lutar por um amanhã melhor por mim e pelos meus ...
Cá vos espero sempre frontal ...
Tudo é e será sempre um ensinamento, e quero muito aprender até morrer ...
Pepedrópo
quinta-feira, 23 de junho de 2016
FORÇA
Foto de
Sérgio Godset Godinho
Força que te faças forte
quando as pernas bambas
tendem a ceder, verga mas,
não quebra, mesmo que a onda
queira engolir, o ser será
sempre de tamanho incalculável,
a luta é diária, mas mesmo
que o filme fique sem verba,
o AMOR sairá
vencedor na história ...
Pepedrópo
segunda-feira, 20 de junho de 2016
Os artistas trazem ao mundo a luz e a sombra, o conhecimento, a memória, a beleza, o silêncio, a inquietação e a dúvida, fazendo coisas absolutamente inúteis, mas que nos fazem pensar e questionar a nossa condição e o nosso destino, aproximando-nos daquilo a que chamamos " Vida " e " existir ", acredito que o artista exprime o instinto espiritual da humanidade, traduz a tensão do homem em relação ao eterno ou a uma qualquer forma de transcendência.
A arte transporta em si uma nostalgia do ideal e exprime sempre a sua procura. O artista, no seu movimento para o ideal, perturba a estabilidade de uma sociedade. A sociedade aspira à estabilidade, o artista aspira ao infinito ...
Rui Chaves
domingo, 19 de junho de 2016
UMA BALA VEM À BAILA
Para atravessar contigo o deserto do mundo
para enfrentarmos juntos o terror da morte
para ver a verdade para perder o medo
ao lado dos teus passos caminhei
Por ti deixei meu reino meu segredo
minha rápida noite meu silêncio
minha pérola redonda e seu oriente
meu espelho minha vida minha imagem
e abandonei os jardins do paraíso
Cá fora à luz sem véu do dia duro
sem os espelhos vi que estava nua
e ao descampado se chamava tempo
Por isso com teus gestos me vestiste
e aprendi a viver em pleno vento
Sophia de Mello Breyner Andresen
para enfrentarmos juntos o terror da morte
para ver a verdade para perder o medo
ao lado dos teus passos caminhei
Por ti deixei meu reino meu segredo
minha rápida noite meu silêncio
minha pérola redonda e seu oriente
meu espelho minha vida minha imagem
e abandonei os jardins do paraíso
Cá fora à luz sem véu do dia duro
sem os espelhos vi que estava nua
e ao descampado se chamava tempo
Por isso com teus gestos me vestiste
e aprendi a viver em pleno vento
Sophia de Mello Breyner Andresen
terça-feira, 7 de junho de 2016
MIA COUTO
Demorei muito tempo para ler, saborear, de uma obra deste grande escritor, talvez tempo demais, mas estou disposto a recuperar o tempo perdido, pois escolhi bem o primeiro, e se já gostava muito dos poemas, e algumas cronicas de jornais, Amei este livro ...
Foi amor quase à primeira frase, primeiro suspiro do capitulo inicial; Tudo nesta história me cativou, a localização, o enredo, uma narrativa sobre uma família, que poderia ser bem a de qualquer pessoa, e mais não digo, pois recomendo todos a ler o livro é de uma beleza profunda, de uma sensibilidade e noção superior do que somos, nós homens e o que representa isto a que chamamos sociedade, qual os seus prós e contras, quem gosta de ler e necessita deste exercício, que nos ajuda a produzir/ concretizar/ sonhos, tem aqui um bom livro, um grande livro.
Obrigado Mia Couto sou um ser mais completo depois desta obra ...
Escolhi e arrastei o fim da leitura deste diamante, para poder saborear bem, acabei de o ler num sitio bonito, mas em que estive sempre a ser interrompido pelos meus filhos, pai isto, pai aquilo, acabei de ler e abracei o livro, depois chamei os meus rebentos e no meio de um parque infantil de Évora, disse-lhes vamos para o carro, ao entrar no carro fui muito duro com eles, dizendo que precisam de dar espaço ao pai, falando do livro, contento as lágrimas de emoção, qual não é o meu espanto, o meu filho mais velho, passados semanas, ouve uma conversa minha com um amigo, interrompe e diz pai estavas a falar do JESUSALÉM ?
Adorei este pequeno gesto ou intervenção, deram-me a certeza que estou a fazer um bom trabalho, com a educação dos meus, pelo menos, sem manuais, como qualquer comum pai, faço o melhor SEMPRE...
O resto é Vida ...
sábado, 4 de junho de 2016
Muhammad Ali - Cassius Clay 1942 - 2016
Morreu um dos maiores, se não o maior, pugilista de todos os tempos, ensinou-me a mim e a quem quis ver e ouvir, observar, que no Ringue assim como na vida, não basta ser forte, de músculos e físico volumoso, o nosso maior aliado é o cérebro, pois ele é composto por uma
capacidade inesgotável.
Este grande SR. lutou e venceu, dentro e fora do ringue, contra adversários, por vezes do dobro do seu tamanho e musculatura, contrariando apostas e tendências, lutou e venceu contra uma sociedade que sistematicamente o tentava diminuir, simplesmente pelo facto de ser negro, recusou subornos, mudou de nome e religião, e quando todos contra si sonhavam com a sua derrota, ele evoluía, de forma inesperada.
Dentro do ringue todos os seus adversários o defrontaram com receio, muitos somente medo da sua forma eficaz de nokiar, outros aterrorizados pela forma demoníaca como os dominava com frases, bocas, previsões de combate, alcunhas que dava aos seus opositores.
Como Homem que era também teve as suas derrotas, mas comparadas com uma vida repleta de vitórias são, e serão sempre insignificantes, dispensáveis de relatar ou recordar ...
Boa viagem, o resto as imagens falam por si ...
Leve como uma borboleta pica como uma abelha
capacidade inesgotável.
Este grande SR. lutou e venceu, dentro e fora do ringue, contra adversários, por vezes do dobro do seu tamanho e musculatura, contrariando apostas e tendências, lutou e venceu contra uma sociedade que sistematicamente o tentava diminuir, simplesmente pelo facto de ser negro, recusou subornos, mudou de nome e religião, e quando todos contra si sonhavam com a sua derrota, ele evoluía, de forma inesperada.
Dentro do ringue todos os seus adversários o defrontaram com receio, muitos somente medo da sua forma eficaz de nokiar, outros aterrorizados pela forma demoníaca como os dominava com frases, bocas, previsões de combate, alcunhas que dava aos seus opositores.
Como Homem que era também teve as suas derrotas, mas comparadas com uma vida repleta de vitórias são, e serão sempre insignificantes, dispensáveis de relatar ou recordar ...
Boa viagem, o resto as imagens falam por si ...
Leve como uma borboleta pica como uma abelha
quinta-feira, 26 de maio de 2016
PENSAR PEQUENO
Síndroma da pequenez
diagnosticado em centenas,
de manhas e manias semelhantes
que em busca do lucro
diminuem sempre a qualidade,
perdendo a dignidade,
menosprezando o brio profissional,
perdendo clientes, declarando
insolvência ...
Pepedrópo
terça-feira, 17 de maio de 2016
domingo, 8 de maio de 2016
quarta-feira, 4 de maio de 2016
quinta-feira, 28 de abril de 2016
POR FAVOR NÃO PERDER TEMPO COM MERDAS
Glosando o tema:
Algures, numa repartição pública:
Utente - bom dia, queria renovar o meu cartão do cidadão.
Funcionária - já não se chama cartão do cidadão, agora é cartão da cidadania.
U - a sério?
F - sim, a designação "cartão do cidadão" não respeitava a identidade de género.
U - ok, então queria tirar o meu cartão da cidadania.
F - pois, mas isso não é comigo, é ali com o meu colega.
U - colega ou colego?
F - desculpe?
U - perguntei se era com uma sua colega ou com um seu colego?
F - está a gozar comigo?
U - de forma alguma, apenas quero respeitar a identidade de género da pessoa ou pessoo em causa.
F - olhe, tenho mais que fazer do que aturar as suas piadas. Por favor dirija-se ao balcão ao lado para tratar do assunto.
U - ok, só uma ultima pergunta...
F - sim, diga lá,
U - balcão ou balcona?
Utente - bom dia, queria renovar o meu cartão do cidadão.
Funcionária - já não se chama cartão do cidadão, agora é cartão da cidadania.
U - a sério?
F - sim, a designação "cartão do cidadão" não respeitava a identidade de género.
U - ok, então queria tirar o meu cartão da cidadania.
F - pois, mas isso não é comigo, é ali com o meu colega.
U - colega ou colego?
F - desculpe?
U - perguntei se era com uma sua colega ou com um seu colego?
F - está a gozar comigo?
U - de forma alguma, apenas quero respeitar a identidade de género da pessoa ou pessoo em causa.
F - olhe, tenho mais que fazer do que aturar as suas piadas. Por favor dirija-se ao balcão ao lado para tratar do assunto.
U - ok, só uma ultima pergunta...
F - sim, diga lá,
U - balcão ou balcona?
quinta-feira, 21 de abril de 2016
PRINCE 1958 - 2016
Mais uma perda, mais um adeus, mais uma despedida, morreu o Prince, tenho muita pena de nunca o ter visto ao vivo.
Nunca fui um admirador doente do seu trabalho, mas sempre dei grande valor a algumas das suas composições, dignas de um génio, que era, pois tocava na perfeição 22 instrumentos, compunha de forma compulsiva, e talvez por isso para mim tenha temas, muitos, pouco significativos, mas isso é somente uma opinião, que importa isso agora, mais alto fala a forma excêntrica como se vestia, estava em palco, falava de sexo, amor, tocava, era impossível ver o Prince e ficar indiferente, ele sabia bem como tocar nas pessoas, a nos amantes de musica, ele deixa uma infinidade de pérolas musicais, que foram e serão importantes para a formação/evolução de qualquer musico/pessoa ...
Boa viagem, espero que já estejas a musicar e a compor a banda sonora do paraíso ...
quarta-feira, 20 de abril de 2016
domingo, 17 de abril de 2016
DEUS
São insuportáveis as mortes e pretexto de qualquer visão que se tenha de deus.
Não posso entender as razões deste terrorismo senão por uma demência.
A história mostra que as ideias mais dementes podem , em dados momentos, surgir colectivamente, sustentadas por um grupo até alargado de gente, como se, se subitamente, um grupo até alargado de gente adoecesse da mesma causa e acusasse os mesmos sintomas.
O mais revoltante neste erro é que se recorra, uma e outra vez , às razões divinas para se justificar o mais horrendo e terreno dos motivos : o ódio.
Deus, essa figura que tanto se comporta como quem não existe, é perfeito para justificar o injustificável, porque não se defende, não dialoga, não manda corrigir e, na verdade, não castiga.
A castigar, a totalidade da população mundial já teria sucumbido à comissão da enésima injustiça contra o próximo.Todas as apropriações de Deus nos foram um roubo.
Quero dizer, quem profissionaliza Deus acaba por enquadrá-lo num sistema, numa moldura, que nos pretende limitar a sua ideia, definindo-o como uma dada moral perante a qual regramos todas as coisas.
No entanto, ninguém se pode arrogar de saber o que Deus é ou o que Deus quer.
Deus é uma arma demasiado poderosa para se deixar nas mãos dos homens. A existir, o seu anuncio à humanidade tão imperfeita é um convite para uma utilização abusiva.
Quem algum dia puder considerar que encontrou prova da sua existência deve guardar segredo, talvez repartir a fé com os seus, como se reparte o amor, mantendo a intimidade, e nunca desbaratando o seu nome, nunca procurando institucionalizá-lo, pedindo créditos ou satisfações.
Algo da dimensão de Deus só pode acontecer à medida mais forte do amor. Um sentimento mediano e qualquer interesse pessoal levam à corrupção da definição de DEUS.
A evocação do ódio é sempre uma falha humana, de qualquer forma Deus não se explica porque nenhum homem é brilhante o suficiente para o entender. Aquele que o explica nega-o e ofende-o.
Quem teme a diversidade agustia-se na sua própria covardia. quem impõe padrões para a fé não entendeu que a fé é uma glorificação da liberdade.
Quem mata não entendeu que perdeu completamente a fé, vivem na profunda ausência de espiritualidade.
Valter Hugo Mãe
ao JL
Não posso entender as razões deste terrorismo senão por uma demência.
A história mostra que as ideias mais dementes podem , em dados momentos, surgir colectivamente, sustentadas por um grupo até alargado de gente, como se, se subitamente, um grupo até alargado de gente adoecesse da mesma causa e acusasse os mesmos sintomas.
O mais revoltante neste erro é que se recorra, uma e outra vez , às razões divinas para se justificar o mais horrendo e terreno dos motivos : o ódio.
Deus, essa figura que tanto se comporta como quem não existe, é perfeito para justificar o injustificável, porque não se defende, não dialoga, não manda corrigir e, na verdade, não castiga.
A castigar, a totalidade da população mundial já teria sucumbido à comissão da enésima injustiça contra o próximo.Todas as apropriações de Deus nos foram um roubo.
Quero dizer, quem profissionaliza Deus acaba por enquadrá-lo num sistema, numa moldura, que nos pretende limitar a sua ideia, definindo-o como uma dada moral perante a qual regramos todas as coisas.
No entanto, ninguém se pode arrogar de saber o que Deus é ou o que Deus quer.
Deus é uma arma demasiado poderosa para se deixar nas mãos dos homens. A existir, o seu anuncio à humanidade tão imperfeita é um convite para uma utilização abusiva.
Quem algum dia puder considerar que encontrou prova da sua existência deve guardar segredo, talvez repartir a fé com os seus, como se reparte o amor, mantendo a intimidade, e nunca desbaratando o seu nome, nunca procurando institucionalizá-lo, pedindo créditos ou satisfações.
Algo da dimensão de Deus só pode acontecer à medida mais forte do amor. Um sentimento mediano e qualquer interesse pessoal levam à corrupção da definição de DEUS.
A evocação do ódio é sempre uma falha humana, de qualquer forma Deus não se explica porque nenhum homem é brilhante o suficiente para o entender. Aquele que o explica nega-o e ofende-o.
Quem teme a diversidade agustia-se na sua própria covardia. quem impõe padrões para a fé não entendeu que a fé é uma glorificação da liberdade.
Quem mata não entendeu que perdeu completamente a fé, vivem na profunda ausência de espiritualidade.
Valter Hugo Mãe
ao JL
terça-feira, 12 de abril de 2016

Não me procures ali
onde os vivos visitam
os chamados mortos,
procura-me dentro das grandes águas.
Nas praças,
num fogo coração,
entre cavalos, cães,
nos arrozais, no arroio,
ou junto aos pássaros
ou espelhada num outro alguém,
subindo um duro caminho.
Pedra, semente, sal, passos da vida.
Procura-me ali.
Viva.
HILDA HILST
Não percas tempo
porque o tempo não tem dono,
não é teu não é meu,
perde-te a estar, encontrar, procurar.
Mas não escolhas os caminhos
diretos, curtos, previsíveis, fáceis,
pois ai o mais certo é não estar
vem ter comigo, ali
onde sabes que gosto
muito de estar,
só, contigo, com quem partilha
este prazer que chamamos
Vida ...
Vem, podes vir ...
Pepedrópo
sábado, 9 de abril de 2016
NICOLAU BREYNER 1940 - 2016
Mais um adeus, se não o maior, um dos maiores e grandes actores/produtores, etc, que este país viu passar, sempre brilhante em todos os papeis que abraçou, para mim certos papeis serão eternos na minha memória, Vila faia, Inferno, Os Imortais, e tantos outros filmes e series que participou, obrigado por tudo que ofereceste a nós amantes da representação, boa viagem ...
sexta-feira, 8 de abril de 2016
CORAGEM
Que minha coragem seja maior que meu medo e que minha força seja tão grande quanto minha fé.
Se a vida não ficar mais fácil, trate de ficar mais forte.
Você não é derrotado quando perde. Você é derrotado quando desiste.
Arrisque, tente, permita-se, mostre para si mesmo do que é capaz.
Você terá que aprender que a vida só dá asas a quem não tem medo de cair.
Todos os dias faça algo que o deixe mais próximo de um futuro melhor.
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